Deus e Diabo! Anjo e Demônio! Ego
e Superego! Sorte e Azar! Este é o grande teatro da mente humana, pois tudo se originou
dela. Você já se perguntou a si mesmo, quem veio primeiro, a galinha ou o ovo?
E provavelmente não vai ter muito que responder. O mesmo ocorre quando pensa
sobre a origem do Universo. Porém, você já parou para pensar, se tudo isso não
são limitações de nossa própria mente, presa a crenças e leis da física? A
mente humana é a nossa dádiva, ao mesmo, que se torna nosso algoz. “Pare um
pouco, e pense”, isso não existe, pois não é você que dita às regras do jogo, e
sim seu cérebro, ele é o grande ditador da sua vida, ele ti faz ter fé,
alimenta teu orgulho, machuca em profunda dor e controla as tuas escolhas.
A nossa mente constantemente nos
prega peças, criando grandes teatros da sua própria vida, fazendo acreditar em memórias
nunca existentes. As falhas assumem grandes carnavais da loucura, do
sofrimento, de sentimentos exaltados. O ser humano se pergunta, o cachorro é
capaz de amar? O cachorro não se faz perguntas, simplesmente ama, porque ele
não vive esse faz de conta, das grandes armações do raciocínio... Lógico? Ou
seria melhor dizer, desse raciocínio ilógico! Às vezes penso eu, quem é mais
evoluído? Nós com toda nossa complexidade racional, assumindo diversos papéis, entre
os limites da loucura e sanidade, ou os irracionais em todo seu extinto e
respeito a sua própria existência?
Acredito em fim, que nós não
usamos toda nossa capacidade racional. Contudo, não estou falando de poderes da
mente, como telepatia, mas algo similar ao seu HD, cheio de arquivos inúteis
que você jura fazer bom uso deles. E assim como nossos conhecimentos e
memórias, que entopem nossas mentes de importâncias fajutas, e doenças que nos
impede de crescer como sociedade. Aos crentes, digo, análise nossa sociedade e
veja realmente o quanto ela evoluiu, quando você mesmo se vê envolvido de
particularidade retrógado ainda insolúvel, em toda sua passividade em erros.
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